5 Aplicativos gratuitos para aprender japonês
By : brendaPara tornar o aprendizado de língua japonesa ainda mais dinâmico, o Made in Japan traz algumas sugestões de aplicativos gratuitos para smartphones e tablets. São dispositivos que auxiliam a escrita, leitura e conversação e descomplicam a vida de quem está aprendendo japonês.
Antes de baixar os apps, o primeiro passo é configurar o seu aparelho para disponibilizar o teclado de ideogramas. Em aparelhos da Apple, vá em Ajustes> Geral>Teclados> Teclados Internacionais e escolha as opções “Japonês Romaji” e “Chinês simplificado/ manuscrito”. Esses dois teclados ajudarão a complementar as funcionalidades de alguns dos aplicativos e ainda ajudam quem quer praticar a leitura e escrita em mensagens.
Free Japanese Phrases (Nemo Apps LLC)
Aplicativo para iniciantes praticarem a conversação, ele vem com frases e vocabulário básico, mas é útil apenas para quem também entende inglês. É bom para praticar a identificação das palavras e a entonação, pois vem com um recurso de gravador de voz, para que o usuário possa comparar a fala com a de um japonês.
É útil para viajantes também pois tem um sistema de buscas que identifica frases onde a palavra pode ser usada.
++ O Speak Japanese (Bravolol Limited) e o Learn Japanese (Codegent Ltd.) também têm banco de dados semelhantes, com vocabulário básico e algumas frases introdutórias.

Japan Goggles (LucSens)
São os óculos de leitura para aqueles momentos em que nada lhe vem à cabeça.
Ele lê o ideograma pela lente da câmera para encontrar imagens semelhantes. Por ser sensível a qualquer desenho que esteja acompanhando o kanji, ele não funciona bem em cadernos pautados ou páginas muito poluídas. Para esses momentos, o ideal seria reproduzir o kanji em uma folha em branco, mesmo que de maneira simplificada, e mirar a lente para escanear a imagem.
Oferece a opção de tirar foto ou de analisar uma foto preexistente na sua galeria. É um quebra-galho e faz as traduções apenas para o inglês. Caso ele não encontre o kanji certo de primeira, o app indica algumas sugestões por aproximação.

Kana Syllabary (SinoCom DIR Business Innovation)
Para aqueles que estão iniciando no nível básico, é importante aprender os alfabetos (hiragana e katakana). Dos apps testados, os que oferecem melhor usabilidade são o Kana Syllabary e o Kana Writing (Jiwoo Studio). Ambos oferecem sistemas para treinar a escrita na tela do seu gadget.
O layout do Kana Syllabary tem uma interface de fácil assimilação e manuseio o que facilita a identificação dos ideogramas pela tabela. A opção de jogos deve ser comprada à parte, mas a de escrita é gratuita. São três tabelas principais que dividem o Hiragana em Seion (tabela básica), Dakuon & Handakuon (com símbolos modificadores do som) e Youon (ditongo).
++Por outro lado, o Kana Writing dá um feedback sobre como está a qualidade da sua escrita, além de permitir a visualização do resultado da “obra”. O Japanese Hiragana (hk2006) também é para praticar a escrita e tem um design bem simplificado. O interessante dele é apenas o joguinho anexado, para praticar a leitura dos ideogramas (a versão Japanese Katakana deve ser baixada separadamente)

Imiwa (Pierre-Phi di Constanzo)
A melhor opção de aplicativos de dicionário japonês, traz diversas funcionalidades em um pacote só. Faz as traduções para diferentes línguas, é simples de usar e completo.
O sistema de buscas é dividido em categorias como nível de dificuldade e radicais e funciona tanto com letras romanas quanto com ideogramas japoneses. O reconhecimento da palavra oferece exemplos de como usar a palavra em frases e ainda faz associações com outras palavras semelhantes, ou provérbios.
A função “decomposição do kanji” que identifica as leituras japonesa e chinesa de cada ideograma, especifica os radicais e ensina a ordem dos traços de escrita. A maior parte dos dados registrados no dicionário é em inglês, mas também oferece traduções em francês, alemão, russo, espanhol, italiano e português.
++ Outros aplicativos de dicionário que são bem desenhados são o Japanese English Dictionary (Bravolol Limited), o JapanEasy Lite (Bleez World)

Kanji Q (Aribada Inc.)
Bom para quem está estudando o japonês, mas que já tenha conhecimentos básicos. O buscador só lê os ideogramas, por isso, só é útil quando já se tem o kanji copiado na área de transferência do seu celular (ou seja, que você consiga copiar de um texto e colar na barra de buscas do app) ou se você consegue reproduzi-lo usando teclado internacional.
Ao encontrar o kanji, o usuário pode observar a ordem de escrita dos traços, praticar na própria tela e checar os significados (em inglês, coreano e chinês)
++O Shinkanji (Benoit Cerrina) também oferece explicações detalhadas dos kanjis bem parecidas com o Kanji Q (com traduções em francês, alemão, russo, espanhol, italiano e português), mas a função de buscador está disponível apenas na versão paga. Na versão gratuita, é preciso encontrar as palavras dentro das categorias estipuladas pelo app (nível de dificuldade, animais, corpo, cores, etc.)

Antes de baixar os apps, o primeiro passo é configurar o seu aparelho para disponibilizar o teclado de ideogramas. Em aparelhos da Apple, vá em Ajustes> Geral>Teclados> Teclados Internacionais e escolha as opções “Japonês Romaji” e “Chinês simplificado/ manuscrito”. Esses dois teclados ajudarão a complementar as funcionalidades de alguns dos aplicativos e ainda ajudam quem quer praticar a leitura e escrita em mensagens.
Free Japanese Phrases (Nemo Apps LLC)
Aplicativo para iniciantes praticarem a conversação, ele vem com frases e vocabulário básico, mas é útil apenas para quem também entende inglês. É bom para praticar a identificação das palavras e a entonação, pois vem com um recurso de gravador de voz, para que o usuário possa comparar a fala com a de um japonês.
É útil para viajantes também pois tem um sistema de buscas que identifica frases onde a palavra pode ser usada.
++ O Speak Japanese (Bravolol Limited) e o Learn Japanese (Codegent Ltd.) também têm banco de dados semelhantes, com vocabulário básico e algumas frases introdutórias.
Japan Goggles (LucSens)
São os óculos de leitura para aqueles momentos em que nada lhe vem à cabeça.
Ele lê o ideograma pela lente da câmera para encontrar imagens semelhantes. Por ser sensível a qualquer desenho que esteja acompanhando o kanji, ele não funciona bem em cadernos pautados ou páginas muito poluídas. Para esses momentos, o ideal seria reproduzir o kanji em uma folha em branco, mesmo que de maneira simplificada, e mirar a lente para escanear a imagem.
Oferece a opção de tirar foto ou de analisar uma foto preexistente na sua galeria. É um quebra-galho e faz as traduções apenas para o inglês. Caso ele não encontre o kanji certo de primeira, o app indica algumas sugestões por aproximação.
Kana Syllabary (SinoCom DIR Business Innovation)
Para aqueles que estão iniciando no nível básico, é importante aprender os alfabetos (hiragana e katakana). Dos apps testados, os que oferecem melhor usabilidade são o Kana Syllabary e o Kana Writing (Jiwoo Studio). Ambos oferecem sistemas para treinar a escrita na tela do seu gadget.
O layout do Kana Syllabary tem uma interface de fácil assimilação e manuseio o que facilita a identificação dos ideogramas pela tabela. A opção de jogos deve ser comprada à parte, mas a de escrita é gratuita. São três tabelas principais que dividem o Hiragana em Seion (tabela básica), Dakuon & Handakuon (com símbolos modificadores do som) e Youon (ditongo).
++Por outro lado, o Kana Writing dá um feedback sobre como está a qualidade da sua escrita, além de permitir a visualização do resultado da “obra”. O Japanese Hiragana (hk2006) também é para praticar a escrita e tem um design bem simplificado. O interessante dele é apenas o joguinho anexado, para praticar a leitura dos ideogramas (a versão Japanese Katakana deve ser baixada separadamente)
Imiwa (Pierre-Phi di Constanzo)
A melhor opção de aplicativos de dicionário japonês, traz diversas funcionalidades em um pacote só. Faz as traduções para diferentes línguas, é simples de usar e completo.
O sistema de buscas é dividido em categorias como nível de dificuldade e radicais e funciona tanto com letras romanas quanto com ideogramas japoneses. O reconhecimento da palavra oferece exemplos de como usar a palavra em frases e ainda faz associações com outras palavras semelhantes, ou provérbios.
A função “decomposição do kanji” que identifica as leituras japonesa e chinesa de cada ideograma, especifica os radicais e ensina a ordem dos traços de escrita. A maior parte dos dados registrados no dicionário é em inglês, mas também oferece traduções em francês, alemão, russo, espanhol, italiano e português.
++ Outros aplicativos de dicionário que são bem desenhados são o Japanese English Dictionary (Bravolol Limited), o JapanEasy Lite (Bleez World)
Kanji Q (Aribada Inc.)
Bom para quem está estudando o japonês, mas que já tenha conhecimentos básicos. O buscador só lê os ideogramas, por isso, só é útil quando já se tem o kanji copiado na área de transferência do seu celular (ou seja, que você consiga copiar de um texto e colar na barra de buscas do app) ou se você consegue reproduzi-lo usando teclado internacional.
Ao encontrar o kanji, o usuário pode observar a ordem de escrita dos traços, praticar na própria tela e checar os significados (em inglês, coreano e chinês)
++O Shinkanji (Benoit Cerrina) também oferece explicações detalhadas dos kanjis bem parecidas com o Kanji Q (com traduções em francês, alemão, russo, espanhol, italiano e português), mas a função de buscador está disponível apenas na versão paga. Na versão gratuita, é preciso encontrar as palavras dentro das categorias estipuladas pelo app (nível de dificuldade, animais, corpo, cores, etc.)
Fundação Japão escolhe logomarca dos 40 anos
By : brendaEstudante japonesa é a vencedora do concurso; brasileiro recebe Honra ao Mérito

Design vencedor foi criado pela estudante Akane Satou
A Fundação Japão completou 40 anos no último dia 2 de outubro. Para marcar a data, organizou um concurso em que o objetivo era criar uma logomarca para a ocasião.
Participaram 70 propostas, sendo 37 do Japão e 33 de outros países. O design vencedor será usado por 1 ano em todo material gráfico da instituição, ao lado da logomarca oficial.
A vencedora foi a estudante japonesa Akane Satou, da Musashino Art University, com o design “Rainbow”.
A estudante mexicana Elizabeth Romero Robles, da Benemérita Universidad Autónoma de Puebla, recebeu o Certificado de Excelência com o design “40th anniversary”.
O brasileiro Paulo Rodrigo Gimeníz, estudante de desenho industrial da Escola de Bela Artes da Universidade Federal da Bahia, foi um dos cinco vencedores do prêmio Honra ao Mérito, com o design “Beginning Middle Beginning”.
“Fiquei extremamente feliz quando soube que fui selecionado, pois estava vendo o fruto de um trabalho de pesquisa sendo reconhecido por profissionais altamente gabaritados e competentes do Oriente, que sempre foram referência de criatividade, inovação e design para mim”, disse Gimeníz em comunicado divulgado pela Fundação Japão em São Paulo.
Design vencedor foi criado pela estudante Akane Satou
A Fundação Japão completou 40 anos no último dia 2 de outubro. Para marcar a data, organizou um concurso em que o objetivo era criar uma logomarca para a ocasião.
Participaram 70 propostas, sendo 37 do Japão e 33 de outros países. O design vencedor será usado por 1 ano em todo material gráfico da instituição, ao lado da logomarca oficial.
A vencedora foi a estudante japonesa Akane Satou, da Musashino Art University, com o design “Rainbow”.
A estudante mexicana Elizabeth Romero Robles, da Benemérita Universidad Autónoma de Puebla, recebeu o Certificado de Excelência com o design “40th anniversary”.
O brasileiro Paulo Rodrigo Gimeníz, estudante de desenho industrial da Escola de Bela Artes da Universidade Federal da Bahia, foi um dos cinco vencedores do prêmio Honra ao Mérito, com o design “Beginning Middle Beginning”.
“Fiquei extremamente feliz quando soube que fui selecionado, pois estava vendo o fruto de um trabalho de pesquisa sendo reconhecido por profissionais altamente gabaritados e competentes do Oriente, que sempre foram referência de criatividade, inovação e design para mim”, disse Gimeníz em comunicado divulgado pela Fundação Japão em São Paulo.
Fotos do Japan Experience 2012
By : brendaPela primeira vez no Bunkyo, evento diversifica e amplia programação

Espaço Kodomo organizou atividades para as crianças
Nos dias 20 e 21 de outubro, aconteceu o Japan Experience ‘12, evento organizado pelos voluntários da Comissão de Jovens da Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e Assistência Social - Bunkyo.
“O evento foi melhor do que a gente esperava. Sem comparar com as outras edições, a Comissão ficou muito feliz por conseguir realizá-lo. É muito difícil fazer um evento assim, ainda mais por ser gratuito. Estamos muito satisfeitos pelo público ter vindo”, disse Leonardo Ueda, membro da organização do Japan Experience.
Pela primeira vez, o evento foi organizado no bairro da Liberdade, no prédio do Bunkyo. A edição anterior, por exemplo, aconteceu em 2010 no Parque da Juventude, zona norte de São Paulo.
A proposta do Japan Experience é oferecer ao visitante contato direto com a cultura japonesa. O foco, portanto, são os workshops, em que as pessoas podem efetivamente experimentar artes tradicionais, danças e esportes.

Apresentação do Ryukyu Koku Matsuri Daiko
Nos dois dias da edição 2012, os workshops abrangeram artes como origami, kirigami, sumi-e, shodo, oshibana, mangá e furoshiki. Nas danças, os visitantes aprenderam passos do yosakoi soran e matsuri dance.
Na parte esportiva, aconteceram oficinas e demonstrações de kendo, judo, aikido, ninjutsu, futebol freestyle e tênis de mesa.
Estandes também apresentaram e ensinaram sobre soroban (ábaco), cupcake temático, língua japonesa e maquiagem para orientais.
“As participantes foram receptivas, curiosas, perguntaram muito. Essa participação é fundamental. Eu também, como profissional, gostei muito de ter sido palestrante”, disse Paulo Pereira, maquiador da Payot e que participou dos workshops de mangá, origami e kirigami. “Foi meu primeiro contato com a cultura japonesa. Achei fantástico. O evento está de parabéns”, completou.
O espaço Kodomo teve atividades para as crianças, como desenho, pintura e origami. Ao lado, o J-Inside apresentou curiosidades sobre o Japão e um quiz cultural. Completando a programação, aconteceram apresentações de dança e música, além da praça de alimentação com pratos típicos da gastronomia japonesa.
Espaço Kodomo organizou atividades para as crianças
Nos dias 20 e 21 de outubro, aconteceu o Japan Experience ‘12, evento organizado pelos voluntários da Comissão de Jovens da Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e Assistência Social - Bunkyo.
“O evento foi melhor do que a gente esperava. Sem comparar com as outras edições, a Comissão ficou muito feliz por conseguir realizá-lo. É muito difícil fazer um evento assim, ainda mais por ser gratuito. Estamos muito satisfeitos pelo público ter vindo”, disse Leonardo Ueda, membro da organização do Japan Experience.
Pela primeira vez, o evento foi organizado no bairro da Liberdade, no prédio do Bunkyo. A edição anterior, por exemplo, aconteceu em 2010 no Parque da Juventude, zona norte de São Paulo.
A proposta do Japan Experience é oferecer ao visitante contato direto com a cultura japonesa. O foco, portanto, são os workshops, em que as pessoas podem efetivamente experimentar artes tradicionais, danças e esportes.
Apresentação do Ryukyu Koku Matsuri Daiko
Nos dois dias da edição 2012, os workshops abrangeram artes como origami, kirigami, sumi-e, shodo, oshibana, mangá e furoshiki. Nas danças, os visitantes aprenderam passos do yosakoi soran e matsuri dance.
Na parte esportiva, aconteceram oficinas e demonstrações de kendo, judo, aikido, ninjutsu, futebol freestyle e tênis de mesa.
Estandes também apresentaram e ensinaram sobre soroban (ábaco), cupcake temático, língua japonesa e maquiagem para orientais.
“As participantes foram receptivas, curiosas, perguntaram muito. Essa participação é fundamental. Eu também, como profissional, gostei muito de ter sido palestrante”, disse Paulo Pereira, maquiador da Payot e que participou dos workshops de mangá, origami e kirigami. “Foi meu primeiro contato com a cultura japonesa. Achei fantástico. O evento está de parabéns”, completou.
O espaço Kodomo teve atividades para as crianças, como desenho, pintura e origami. Ao lado, o J-Inside apresentou curiosidades sobre o Japão e um quiz cultural. Completando a programação, aconteceram apresentações de dança e música, além da praça de alimentação com pratos típicos da gastronomia japonesa.

























